Na
madrugada de domingo, 08 de Dezembro, recebemos a informação que mais um jovem
foi assassinado em Itapecuru. Johnys Neres Barbosa, 20 anos,
residente do Bairro Malvinas, foi brutalmente espancado por homens que
faziam a segurança de um evento no Itapecuru Social Clube. Segundo informações da
Polícia Civil e da 8ª CI de Itapecuru Mirim, a vítima foi agredido pelos
acusados João Lopes, 22 anos, e Antônio Luís Cardoso, 31 anos. O delegado
Odilardo Muniz confirmou a informação de que a confusão teria iniciado dentro
do Itapecuru Social Clube, onde ocorria um evento estudantil, e na parte
externa do espaço, localizado na Avenida Gomes de Sousa, a vítima Johnys
Neres Barbosa foi agredido, ocasionando traumatismo craniano,
levando o jovem a óbito no local.
Segundo o
Comandante da 8ª CI, Major Hormann Schnneyder, foi veiculado pelas redes sociais
que o crime tinha a participação da Policia Militar. O major disse que tudo não
passa de uma grande mentira, e ressalta que, o crime teve a participação
somente dos seguranças do evento, e não da PM. Disse ainda que os organizadores
contrataram uma empresa terceirizada para fazer a segurança daquele evento. Após
o ocoorido, a policia esteve no local onde foram feitos todos os procedimentos
cabíveis e de imediato já conduziram os acusados pelo crime à Delegacia
Regional de Polícia Civíl.
Informações
preliminares de algumas pessoas que não quiseram se identificar,dão conta de
que foi uma tremenda covardia, pois vários seguranças
completamente descontrolados desferiram vários golpes com cassetete sobre
o rapaz sem nenhuma defesa da vitima. O detalhe é que a briga aconteceu fora do
ambiente que cabia os seguranças atuarem, que era dentro do estabelecimento da
festa. Ainda de acordo com as informações, a agressão ocorrida com o jovem foi
determinada pela organização da festa. “O que nós entendemos é colocar para
fora quem estava usando qualquer tipo de entorpecente. Até aí tudo bem, agora
partir para agressão? Isso sim demonstra um total despreparo da segurança das
pessoas que ali estavam”, palavras de algumas pessoas que não quiseram se
identificar.
Segundo o Delegado Odilardo Muniz, o caso está sendo tratado como lesão corporal seguido de morte e que o mesmo ouvirá os agressores e as testemunhas para iniciar os procedimentos cabíveis.
Segundo o Delegado Odilardo Muniz, o caso está sendo tratado como lesão corporal seguido de morte e que o mesmo ouvirá os agressores e as testemunhas para iniciar os procedimentos cabíveis.

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